Sou uma sobrevivente como anuncia meu perfil do blog onde cito Caio Fernando. Realmente o que fica de mim e em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro. Somos todos sobreviventes neste mundo. Vivemos em meio a recaídas existenciais e dilemas amorosos, além de problemas de ordem pessoal de outras naturezas. Pensar dói, viver dói, aquela dorzinha insistente no coração uma hora chega e o que pedimos a Deus as vezes é só um sossego para o nosso coração. Todos nós precisamos e lutamos pra ser feliz. Esta luta não acaba nunca e é uma luta diária e constante. O que for pra ser fatalmente será, não podemos relutar. Não podemos adivinhar o que o futuro nos reserva, podemos apenas supor. O ser humano tem uma visão de futuro muito limitada, nós somos pegos de surpresa. As coisas sempre podem mudar radicalmente. Nós não vemos, mas tudo está sempre mudando, caminhando pro nosso destino, e este é sempre o segundo posterior ao segundo presente.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
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