segunda-feira, 13 de abril de 2009

"Ando onde há espaço".



Falávamos de mal-estar,

Eu sentia frio, eu sentia um certo desconforto.

Aclareando todas essas sensações creio em um motivo "novo":

A torpeza de palavras mal pronunciadas,

Um certo modo, um pouco incoerente,

Ademais ataques estáticos.

Miragens atípicas, terrenos baldios,

Respostas inaudíveis, termômetros inativos.

E uma impressão:

Quanto tempo evitarei ponderar?

Quanto tempo dura o escrúpulo da minha falta de racionalidade?

Bem, entenda, não há nada de errado por hora.


“Ainda bem que tem gente que é equilibrista, artista e poeta, gente que ensina a essas pessoas a andar comigo na testa. Calma, não pense que sou estrela-guia, embora eu possa até ser uma profecia construindo um mundo melhor juntando emoção e razão. Pois é sempre entre o limite e a possibilidadeque encontro o tamanho exato da minha ação”.

Elisa Lucinda

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