quinta-feira, 2 de abril de 2009

Conjuntura Musical




"Eu só quero que você siga para onde quiser, que eu não vou ficar muito atrás".


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"Deixa o amanhã dizer!"


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"Nada de mais velhos sinais sobre a paisagem, planos gerais, rastros atrás e avante a estrada... Vejo os jornais, não sei que lá, não sei de nada".


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"Todo mundo tem um canto de tristeza".


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"Que que 'cê acha, Mustapha?"


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"Me olha o que eu olho. É minha criação isto que vejo. Perceber é conceber águas de pensamentos. Sou a criatura do que vejo".


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"Eu pensei que fosse fácil".


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"Olhar colírico, lirios plásticos do campo e do contracampo telástico cinemascope, teu sorriso tudo isso. Tudo ido e lido e lindo e vindo do vivido. Na minha adolescidade, Idade de pedra e paz".


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"Quando eu canto o segredo, quando mostro algum medo ou mais. Quando falo de amor ou desejo minha boca se mostra macia, vermelha. Mas se dessa garganta das cordas escondidas desse peito sufocado, desse coração atrapalhado, surge uma nora brilhante de cristal transparente. Minha cara invade a cena rasga a vida, mostro o brilho agudo musical".


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"A amizade é uma das coisas mais preciosas da vida e fica melhor ainda quando vira amor".


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"Conheço o fascínio, alto de altar. Desconheço a certeza que lhe fez exagerar, e abrir meus poros".


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"E NO INSTANTE PRECISO, ENTRE O MITO E O MÍSSIL, UM RITO UM INÍCIO DE PASSAGEM PRO INFINITO ".


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"Nosso tempo é bom e nem vemos de montão. Deixa eu te levar então, pra onde eu sei que a gente vai brilhar".


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"Minha música não quer me pertencer. Não quer ser sucesso, não quer ser reflexo, não quer revelar nada".

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